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Publicações

Doc's Kingdom Seminário Internacional Sobre Cinema Documental
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Livro de debates Doc’s Kingdom 2000
A razão porque eu filmo animais e crianças, é porque neles existe energia. E os animais não mentem. Às vezes as pessoas não percebem e dizem: “tu limitaste-te a fazer um paralelo entre os animais e as pessoas, para ti eles são o mesmo”. Os animais são apenas uma parte importante da vida, principalmente se se está a filmar o campo. É muito difícil trabalhar com eles, mas eu gosto disso. Com eles não podemos entender, talvez apenas esperar… por exemplo, agora eu gostava de fazer um documentário sobre o porco, vamos ver…
Sergei Dvortsevoy
2.5 EUR | Quantidade:

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Livro de debates Doc’s Kingdom 2002
Gosto de documentários há muito tempo e, aqui, no seminário, vendo estes filmes, ouvindo as discussões compreendo porque ganha cada vez mais momentum, e porque se está a tornar mais interessante do que a ficção. Considera-se que o documentário capta ou retrata a realidade, mas ultrapassa a intenção original do criador, porque a realidade escapa ao controlo de cada um. Assim, o filme acabado muitas vezes desvia-se da intenção original ou vai mesmo contra essa intenção.
Sadao Yamane
5 EUR | Quantidade:

Doclisboa Festival Internacional de Cinema Documental
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Catálogo da Programação Um Rio- Duas Margens 2002
Os filmes, qualquer que seja a margem pela qual são abordados, ficção ou documentário, pertencem a uma mesma corrente, a que procura explorar a nossa relação com o mundo através do cinema.
Neste momento sombrio, onde a palavra “documentário” é desvalorizada pelos produtos de televisão bem formatados e standardizados, parece fundamental, tanto para os espectadores, como para os cineastas, que um festival dedicado ao cinema documental resitue este na corrente do cinema, ultrapassando os estéreis debates sobre documentário/ficção ou real/imaginário. É o que DocLisboa propõe com esta primeira edição do ciclo Um Rio – Duas Margens.

Pierre-Marie Goulet
5 EUR | Quantidade:

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Catálogo doclisboa 2004
Inclui as secções:
Como entender o Médio Oriente?, Foco sobre Espanha e a Master class de Nicolas Philibert.
4 EUR | Quantidade:

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Catálogo doclisboa 2005
Inclui as secções: Histórias da Europa: nacionalismos, identidades e fronteiras e Documentário russo pós-soviético
4 EUR | Quantidade:

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Catálogo doclisboa 2006
Inclui as secções Mostrar trabalho, Histórias mínimas do documentário japonês contemporâneo, Retrospectiva de Amos Gitai, Ficções do real-número zero (programa seleccionado por Pedro Costa) e as masterclasses com Makoto Satô e Amos Gitai.
4 EUR | Quantidade:

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Catálogo Doclisboa 2008
Competição Internacional, nacional, Investigações, Sessões especiais, homenagem a Frederick Wiseman, Riscos e Ensaios, Made in China, Novas Famílias/Novas Identidades, Diários Filmados e Autoretratos, Heart Beat, Moçambique, Curtas Polacas, Maratonadoc, Estados gerais do documentário português
4 EUR | Quantidade:

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Histórias mínimas o documentário japonês contemporâneo
As evoluções do cinema documental japonês (Makoto Satô)
Introdução teórica à cinematografia de Shinsuke Ogawa (Ueno Koshi)
Novas poéticas. O olho desapaixonado – reflexões sobre o olhar, os fantasmas e o legado documental (entrevista a Makoto Satô por Carlos Muguiro)
Filmando nas margens: os documentários de Kazuo Hara (Jeffrey Ruot)
Elogio a Naomi Kawase (Érik Bullot)
Hirokazu Koreeda e o cinema documental japonês (Nobuhiro Suwa)

3 EUR | Quantidade:

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Ross McElwee
Encontrar uma voz (Ross McElwee)
Filmes caseiros e documentários pessoais – uma entrevista com Ross McElwee (Lawrence F. Rhu)
O homem da câmara de filmar (Vasco Câmara)
Raízes (Godfrey Cheshire)
3 EUR | Quantidade:

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Tue Steen Muller
Homenagem secreta a um trabalhador de sapa
Tue Steen EDN Müller – pequena biografia
Há coisas que é bom lembrar (Pedro Correia Martins)
Projectos portugueses apresentados no Lisbon Docs
Tuesday Müller (Stefano Tealdi)
Abertura a Leste: a República checa (Andrea Prengynova)
Um pé na Grécia (Dimitri Eipides)
A caminho do Norte (Ilze Gailite Holmberg)
O Missionário (Joan Gonzalez)
Quem é Tue Steen Müller (Paul Pauwels)
A rede EDN
3 EUR | Quantidade:

docs.pt Assinatura

Revista docs.pt
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docs.pt 03
Junho / 2006
O número 3 da docs. pt corresponde à nova linha editorial adoptada pela revista. Destacamos o dossier dedicado aos dez anos de documentário em Portugal. O dossier inclui a transcrição de uma mesa redonda organizada pela docs.pt , que retoma as questões levantadas em 1999, num debate então promovido pela Apordoc e pela Cinemateca Portuguesa em torno ao novo documentário português. Sete anos depois, a docs.pt convidou seis realizadores com o objectivo de debater as mudanças do panorama documental nacional e de debater novos problemas. Destacamos também o artigo "Notas de Trabalho", do director de fotografia João Ribeiro, o artigo "Caminhada em Tóquio", reflexão da documentarista finlandesa Pirjo Honkasalo a propósito do seu filme “HONGAKU, o Filme da Caminhada”, e a análise do documentário "Natureza Morta", de Susana de Sousa Dias.

PARA LER ALGUNS ARTIGOS
5.25 EUR | Quantidade:

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docs.pt 04
Outubro / 2006
O “dossier” do número 4 da docs.pt analisa o ensino do documentário em Portugal. Salientamos também a secção “Rever”, dedicada ao documentário "Jaime", de António Reis (1974), bem como a rubrica “Estudo de Caso”, sobre a Associação Documé, Circuito Independente de Documentário Ético e Social, criada em 2003, em Itália. Destacamos ainda a crítica do documentário "O Nosso Caso", de Regina Guimarães e Saguenail.




PARA LER ALGUNS ARTIGOS
5.25 EUR | Quantidade:

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docs.pt 05
Junho / 2007
O “dossier” do número 5 da docs.pt é dedicado ao estudo das relações entre o documentário e a televisão. Destacamos ainda a secção “Estudo de Caso”, com um artigo sobre o colectivo catalão OVNI (Observatório de Vídeo Não Identificado), bem como a rubrica “Correspondência”, que contém uma reflexão da realizadora francesa Hélène de Crécy sobre a rodagem do seu documentário "La Consultation". Seleccionámos também um artigo critico sobre o filme "Juventude em Marcha", de Pedro Costa.

PARA LER ALGUNS ARTIGOS
5.25 EUR | Quantidade:

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Docs.pt 06
Com esta edição temática, a docs.pt intenta abrir um campo de reflexão e de partilha teórica sobre a relação entre cinema e arte, sobre correspondências e ressonâncias entre diversas práticas e processos de criação. Privilegiando a dimensão do encontro e a forma dialógica, procurámos convocar autores e ensaístas oriundos das diversas áreas e desdobrar o pensamento em torno do cinema, das suas migrações no campo das artes e da sua mise en espace, do documentário sobre as artes e os seus dispositivos.

(portes incluídos)
6.15 EUR | Quantidade:

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Docs.pt 07
Número integralmente dedicado às fascinantes experiências de cinema em Moçambique, com novo design gráfico da revista do atelier Henrique Cayatte.
Porquê Moçambique? Por uma razão muito simples: em Moçambique tiveram lugar acontecimentos únicos na história do cinema documental e que são ainda desconhecidos do grande público. Quem sabe que o cinema etnográfico português nasceu com os Macondes, à beira do Índico? Quem conhece as experiências e os trabalhos de Jean-Luc Godard, de Jean Rouch e de Ruy Guerra em Moçambique? Quem sabe que a mais célebre escola de documentários da Europa (Ateliers Varan) arrancou em Moçambique em 1978? Quem sabe que Moçambique tem hoje, apesar de um sistema de produção muito frágil, presença regular em festivais internacionais e em várias televisões do mundo? Quem sabe que um novo festival de documentários, o Dockanema, nasceu em Maputo há três anos e está a crescer?
Moçambique e as histórias que o país esconde fascinaram sempre estudiosos e realizadores, de Margot Dias a Licínio Azevedo. Os seus filmes reflectem esse fascínio. Para dar uma dimensão mais global da produção de cinema em Moçambique, decidimos incluir neste número o esboço de um anuário de filmes (85 títulos), ainda incompleto, mas provavelmente de alguma utilidade para futuros estudiosos.
6.15 EUR | Quantidade:
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